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O inferno antes e depois do Calvário.




1. Antes do Calvário.
A palavra inferno vem da palavra hebraica sheol e no NT da palavra grega Hades. O sheol é a designação dada no AT para o mundo inferior ou a morada dos mortos, na verdade os dois termos dizem respeito ao reino da morte (Sl 18.5; 2 Sm 22.5,6). Para entender essa habitação provisória dos mortos, pode se ilustra-lo por um círculo dividido em três partes. A primeira parte é o lugar dos justos, chamada de “seio de Abraão” (Lc. 16.22,25; 23.43). A segunda é a parte dos ímpios chamada de “lugar de tormento” (Lc 16.23). A terceira fica entre a dos justos e ímpios, e é identificada como “lugar de trevas”, “lugar de prisões eternas”, “abismo” (Lc 16.23; 2 Pe 2.4). Nessa terceira parte foi aprisionado uma classe de anjos caídos a qual não sai desse abismo, senão quando Deus permitir no dia da Grande Tribulação:
Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o Juízo (2 Pe 2.4).
E abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço como a fumaça de uma grande fornalha e, com a fumaça do poço, escureceu-se o sol e o ar.  3 E da fumaça vieram gafanhotos sobre a terra; e foi-lhes dado poder como o poder que têm os escorpiões da terra.  E foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma, mas somente aos homens que não têm na testa o sinal de Deus (Ap 9.2-4).
Não há qualquer possibilidade de contato com esses espíritos caídos; habitantes do Poço do Abismo.
2. Depois do Calvário.
Depois do Calvário, houve uma mudança no mundo dos mortos. Quando Cristo enfrentou a morte e a sepultura e as venceu, efetuou uma mudança no Sheol/Hades. Cristo desceu às partes mais baixas da terra, ao mundo dos mortos, na parte chamada de “Paraíso”, “Seio de Abraão” e levou consigo os que lá estavam cativos (Ef 4.8-9). Jesus prometeu que as portas do sheol/Hades, não seriam capaz de prevalecer, ou seja, ser superior em força, deter a igreja ou o seu povo. Conforme Pedro, lá Jesus o Senhor todo poderoso, pregou aos espíritos em prisão (1Pe 3:19), a palavra pregar do verbo grego “kerussõ” significa “ser arauto, proclamar, anunciar” o qual é diferente o termo que é usado no grego pra se referir à pregação do Evangelho que é “evagelizô” que significa “trazer boas novas”. Quando o texto em foco relata que Cristo pregou aos espíritos, está se referindo que Cristo anunciou o grande acontecimento da sua ressurreição e dos frutos de sua grande vitória que iria impactar as vidas daqueles que estivesse debaixo da sua proteção por meio da convenção, e o julgamento iminente dele, como também a sua conquista sobre o inimigo e de todo mal causado por eles.
      Entende-se pois, quando Jesus ressuscitou, levou cativo o cativeiro, pois até então o seio de Abraão ou o paraíso estava localizado no “hades” então pela ocasião da sua ressurreição, Ele transportou  o paraíso para o Céu, como também todos os santos do antigo testamento que estavam no “hades”. E muito desses santos, Jesus os ressuscitou por ocasião da sua morte, certamente para que se cumprisse o tipo prefigurado na festa das primícias (Lv 23:9-11), que tipologicamente apontava para a ressurreição de Jesus (1Co 15:20,23), o qual teve o seu cumprimento literal e real (Mt 27:52,53). Jesus disse ao ladrão na cruz, “hoje mesmo estarás comigo no paraíso (Lc 23.43). O apostolo Paulo disse que foi ao paraíso que estar no terceiro Céu (2Co 12:1-4). Portanto podemos concluir que o paraíso agora estar em cima na presença de Deus. Todos os cristãos agora quando morrem eles sobem e os injustos pecadores quando morrem, eles continuam descendo para o inferno como dantes. 



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